Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro

Não é nenhum segredo que a relação do Brasil com altas taxas de juros tem sido um casamento longo e turbulento, tornando empréstimos de longo prazo quase inexistentes. No entanto, o mercado imobiliário do Rio de Janeiro tem visto uma espécie de renascimento nos últimos anos. Com a introdução de políticas de estabilização como o Plano Real em 1994, novas fontes de financiamento se tornaram disponíveis e o crédito para o setor de habitação tornou-se mais barato e mais fácil.

Agora que as taxas de juros no Brasil estão mais baixas do que nunca – de 20% em 2002 para 10 a 12% -, os investidores experientes de hoje podem investir mais em imóveis e usar isso como uma alternativa à poupança tradicional em bancos. Essa mudança aumenta a capacidade de construção de crédito e está possibilitando a expansão da classe média.

Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro

A Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas Rio 2016 deram ao governo ainda mais incentivo para mudar as coisas. Em uma tentativa de livrar nosso país da sua reputação infame, o governo está se concentrando agora na limpeza das cidades e assumindo uma atitude de tolerância zero em relação ao crime. A polícia está trabalhando para desarmar os criminosos, especialmente nas favelas, frequentemente controladas por notórias quadrilhas de traficantes de droga.

Graças, em parte, à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos Rio 2016, o centro da cidade do Rio de Janeiro passou por um projeto de revitalização maciço, o chamado “Porto Maravilha”. Esse projeto tem como objetivo tornar o centro carioca um destino atraente e aumentar a sua participação na economia global. Um novo setor em ascensão no mercado de investimento brasileiro é a introdução de habitação a preços acessíveis. Desde 2009, o governo tem tornado prioridade o realojamento da população da favela por meio da construção de casas a preços populares. Esse projeto de 20 anos chamado “Minha Casa, Minha Vida”, apesar de parcialmente bem-sucedido, não foi capaz de impactar o déficit habitacional do país.

Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro

Como um país famoso por suas belas praias, pelo samba e pelos pontos turísticos, o Brasil tem também uma economia em rápido crescimento que o qualifica como um país emergente. O país está páreo a páreo com as economias francesa e britânica e é maior do que a economia australiana. Como resultado, há muitas oportunidades de investimento no mercado imobiliário do Rio de Janeiro. Isso também resultou num aumento rápido da população, à medida que muitos brasileiros que emigraram voltam para casa com a promessa de perspectivas de emprego atraentes e oportunidades de investimento. Essas mudanças impressionantes na economia têm impulsionado o Brasil como um concorrente importante no mercado imobiliário internacional, ao lado de outros países da América do Sul. O mercado imobiliário está prosperando e os investidores estão propensos a aplicar seus recursos, especialmente na área urbana do Rio de Janeiro, que, atrás apenas de São Paulo, é líder no mercado imobiliário residencial.

Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro é a cidade mais glamorosa do continente, e seu mercado imobiliário atrai muita atenção, principalmente na área da “Zona Sul”. Aqui, moradores e visitantes têm acesso a tudo, de luxuosas coberturas em Copacabana de frente para a praia a apartamentos arrojados do Leblon, todos com excelentes vistas para as praias, acesso a restaurantes deliciosos, bares da moda e muitas outras atividades. Durante a Copa do Mundo, investidores locais e estrangeiros se beneficiaram das multidões de visitantes e da atenção da comunidade internacional. Como resultado do olhar atento do público estrangeiro e da proximidade dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o governo brasileiro criou um programa ao custo de 526 mil dólares. Essas novas mudanças na economia do Brasil fornecerão mais empregos e gerar maior consumo, o que alimenta a inflação, e lenta, mas seguramente, a redução do nível de pobreza no Brasil.

O Brasil é um país que tem muito a oferecer, e, enquanto os investimentos e o capital financeiro continuarem a crescer, não podemos excluir a possibilidade do crescimento das taxas de juros e/ou da inflação. Portanto, futuros investidores têm boas razões para cruzar os dedos, já que uma queda substancial dos preços para baixo não é impossível. Isso significa que os investidores podem achar o Brasil mais lucrativo do que outros novos mercados mundiais, graças a um forte controle de crédito e aos baixos níveis de endividamento hipotecado em comparação a outros países.

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